quinta-feira, 21 de abril de 2016

Pescadores da Baixada Maranhense são capacitados para reaproveitamento integral do Pescado


A pesca artesanal assume importante papel socioeconômico na ocupação de mão de obra e geração de renda na Baixada Maranhense. Considerando a necessidade de garantir que o consumo do pescado acompanhe a demanda do consumidor, em todos os níveis de renda, professores da Uema desenvolvem o projeto ‘Aproveitamento integral do pescado e formação de recursos humanos para atuar na cadeia produtiva da pesca artesanal em municípios da Baixada Maranhense’, com pescadores dos municípios de Pinheiro, Matinha e São Bento.
O projeto integra a Rede de Pesquisa da Baixada Maranhense – REBAX, e busca agregar valor ao produto, além de gerar alternativas de renda à população, assim permitindo a mudança dos baixos indicadores sociais. Entre os subprodutos gerados, estão o hambúrguer, nugget e a linguiça, obtidos a partir da polpa dos peixes nativos, e de baixo valor comercial da Baixada. Os resíduos (como cabeça, vísceras e espinhas) também são aproveitados para a silagem, utilizada como ração para os animais e compostagem na geração de adubos.
De acordo com uma das bolsistas do projeto, Arlene dos Santos, o processo de capacitação é realizado na Fazenda Escola de São Bento, em virtude da estrutura do Laboratório de Alimentos, e pretende dotar a comunidade de uma fonte alternativa de renda.
“Antes de iniciarmos a execução do projeto, foi feito um estudo de toda a cadeia produtiva dos peixes desta região, verificando-se a demanda e a carência desse tipo de projeto. Em outros trabalhos, constatou-se a necessidade de viabilizar treinamentos, visando ao aproveitamento integral dos peixes nativos da Baixada. A ideia é capacitar os pescadores das colônias dos municípios de Pinheiro, Matinha e São Bento, para que, futuramente, possam estar implantando uma pequena agroindústria de aproveitamento”, explicou a mestranda em Ciência Animal.
Ainda de acordo com a estudante, a pesquisa teve início no ano de 2014, quando foram realizadas visitas aos locais de comercialização do pescado nos três municípios da região da Baixada. As visitas visaram a obter informações sobre os aspectos higiênicos, sanitários e econômicos da comercialização do pescado e, por extensão, o interesse dos vendedores e manipuladores, na participação de cursos e treinamentos que envolvam as Boas Práticas da Manipulação – BPM e forma de aproveitamento integral e agregação de valor ao pescado.
O projeto foi dividido em blocos. A primeira parte é intitulada ‘‘Boas Práticas de Manipulação’’, como esclarece a bolsista: “Nós já começamos com a parte de treinamento para elaboração dos subprodutos e, posteriormente, marcaremos os treinamentos com as partes de silagem, compostagem e elaboração de bijuterias. Ao final do projeto, nosso objetivo é ter atendido, em média, 300 pessoas nos três municípios”.
O pescador Antônio dos Santos Alves, um dos beneficiados com o projeto, conta que agora consegue aproveitar todas as partes do peixe que comercializa: “Como o peixe pode ser artesanal! Antes de conhecer o projeto, nós não aproveitávamos o que sobrava dele, como escama, vísceras e outras partes que iriam para o lixo. Hoje, que já participamos das oficinas, conseguimos aproveitar tudo, fazendo adubo, nuggets e outros produtos”.
A pesca artesanal assume importante papel socioeconômico na ocupação de mão de obra e geração de renda na Baixada Maranhense. Considerando a necessidade de garantir que o consumo do pescado acompanhe a demanda do consumidor, em todos os níveis de renda, professores da Uema desenvolvem o projeto ‘Aproveitamento integral do pescado e formação de recursos humanos para atuar na cadeia produtiva da pesca artesanal em municípios da Baixada Maranhense’, com pescadores dos municípios de Pinheiro, Matinha e São Bento.
O projeto integra a Rede de Pesquisa da Baixada Maranhense – REBAX, e busca agregar valor ao produto, além de gerar alternativas de renda à população, assim permitindo a mudança dos baixos indicadores sociais. Entre os subprodutos gerados, estão o hambúrguer, nugget e a linguiça, obtidos a partir da polpa dos peixes nativos, e de baixo valor comercial da Baixada. Os resíduos (como cabeça, vísceras e espinhas) também são aproveitados para a silagem, utilizada como ração para os animais e compostagem na geração de adubos.
De acordo com uma das bolsistas do projeto, Arlene dos Santos, o processo de capacitação é realizado na Fazenda Escola de São Bento, em virtude da estrutura do Laboratório de Alimentos, e pretende dotar a comunidade de uma fonte alternativa de renda.
“Antes de iniciarmos a execução do projeto, foi feito um estudo de toda a cadeia produtiva dos peixes desta região, verificando-se a demanda e a carência desse tipo de projeto. Em outros trabalhos, constatou-se a necessidade de viabilizar treinamentos, visando ao aproveitamento integral dos peixes nativos da Baixada. A ideia é capacitar os pescadores das colônias dos municípios de Pinheiro, Matinha e São Bento, para que, futuramente, possam estar implantando uma pequena agroindústria de aproveitamento”, explicou a mestranda em Ciência Animal.
Ainda de acordo com a estudante, a pesquisa teve início no ano de 2014, quando foram realizadas visitas aos locais de comercialização do pescado nos três municípios da região da Baixada. As visitas visaram a obter informações sobre os aspectos higiênicos, sanitários e econômicos da comercialização do pescado e, por extensão, o interesse dos vendedores e manipuladores, na participação de cursos e treinamentos que envolvam as Boas Práticas da Manipulação – BPM e forma de aproveitamento integral e agregação de valor ao pescado.
O projeto foi dividido em blocos. A primeira parte é intitulada ‘‘Boas Práticas de Manipulação’’, como esclarece a bolsista: “Nós já começamos com a parte de treinamento para elaboração dos subprodutos e, posteriormente, marcaremos os treinamentos com as partes de silagem, compostagem e elaboração de bijuterias. Ao final do projeto, nosso objetivo é ter atendido, em média, 300 pessoas nos três municípios”.
O pescador Antônio dos Santos Alves, um dos beneficiados com o projeto, conta que agora consegue aproveitar todas as partes do peixe que comercializa: “Como o peixe pode ser artesanal! Antes de conhecer o projeto, nós não aproveitávamos o que sobrava dele, como escama, vísceras e outras partes que iriam para o lixo. Hoje, que já participamos das oficinas, conseguimos aproveitar tudo, fazendo adubo, nuggets e outros produtos”.

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