Governo do Maranhão

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sábado, 10 de setembro de 2016

Avanço nos indicadores da educação maranhense é fruto do esforço em investimentos governamentais




O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de educação do país, medido pelo Ministério da Educação, anunciou nesta quinta-feira (8) que o Maranhão deixou a penúltima posição no ensino médio e passou a ser o segundo estado com os melhores resultados nesse nível de ensino. O Maranhão ocupava as piores colocações no ranking até 2013.

Enquanto a média nacional no ensino de matemática obteve o pior resultado desde 2005, o Maranhão garantiu o melhor resultado da série histórica em 2015, tanto no ensino de matemática, quanto no de português, saindo de 2,8 em 2013 para 3,1 em 2015, com melhor avaliação tanto na proficiência em Matemática e Língua Portuguesa, quanto na taxa de aprovação.

Assim que assumiu o Governo do Estado em 1º de janeiro de 2015, o governador Flávio Dino – ainda com a faixa que recebera do antecessor – leu da sacada do Palácio dos Leões, decretos que entraram em vigor a partir daquele momento, e que tinham como objetivo agir imediatamente na reversão de dívidas históricas do estado com a população.

Entre os decretos assinados, quatro dizem respeito à educação. O primeiro deles determinou que, por meio de convênios com as prefeituras, o Estado promovesse a substituição de escolas de taipa e palha, por escolas alvenaria com mobília e espaços dignos para a prática do aprendizado.

Outro decreto instituiu a gratificação de Incentivo ao desempenho da Gestão Escolar. Já o terceiro decreto, instituiu o Programa Bolsa Escola – Mais Bolsa Família, destinando recursos às famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa Família, para compra de material escolar.

O quarto decreto garantiu gratificação por desempenho aos gestores escolares e instituiu no Maranhão a escolha democrática de gestores por meio de eleição junto à comunidade escolar.

A urgência em anunciar logo no primeiro dia de governo, ações diretas para a educação, foi a senha para outras medidas no setor, desde aumento de remuneração e concessão de progressão na carreira dos docentes, até a realização de concursos com salários de R$ 5 mil, além da reconstrução de escolas da rede estadual, há décadas abandonadas pelo poder público.

Na comparação com outros estados, o ensino médio maranhense ficou à frente de Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Bahia e Pará.

Ao contrário de muitos estados da federação, que congelaram salários e interromperam obras, a crise nacional está sendo para o Maranhão a oportunidade para concentrar energias na adequada gestão dos recursos públicos. O Secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, explica que para conseguir investir, foi necessário melhorar a gestão. “Fizemos um esforço para rever contratos e focar nas prioridades, readequando rotinas e aprimorando a gestão dos recursos,” explicou.

O esforço para investir em educação num momento de crise, surtiu efeitos rápidos e ainda mais relevantes se levarmos em consideração que, segundo o Ideb, o país ficou estagnado na educação, especialmente no ensino de matemática, disciplina em que o Maranhão melhorou.

O governador Flávio Dino avaliou os impactos positivos desses investimentos. “Se compararmos o Ideb do ensino médio estadual, somente um estado conseguiu crescimento maior do que o Maranhão. Esse resultado se torna ainda mais expressivo, se considerarmos que estamos trabalhando em meio a enorme recessão e escassez de recursos”, ponderou Flávio Dino.

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