quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Polícia faz barreiras e procura por assaltantes de banco nos municípios de Lago dos Rodrigues e Lago do Junco



Imagem; reprodução

Após denúncias anônimas, a polícia não descarta a possibilidade de que parte do bando que assaltou no último domingo (25) a central de distribuição do Banco do Brasil - SERET (Serviços Regionais de Tesouraria), em Bacabal, esteja em uma área rural entre os municípios de Lago dos Rodrigues e Lago do Junco. Várias barreiras foram formadas em  estradas vicinais e na MA-119. Além disso, policiais vasculham matas.

De acordo com informações, populares teriam visto  um grupo de homens em atitudes suspeitas na zona rural de Lago dos Rodrigues.

Acredita-se que, depois da morte do homem que coordenava a quadrilha, Edielson Francisco Lumes, o ´´Dô ou Titi``, natural da Bahia, o bando tenha ficado desnorteado e se dividido na fuga.

Além de Edielson, foram mortos em confronto com a polícia Warley dos Reis Souza, o Bombado, que é paraense; e Gean Martins Rocha, de Araguaina, no Tocantins. 

Pelo menos 30 membros da quadrilha vieram para o Maranhão participar do assalto a Bacabal, segundo a polícia.

Edielson é irmão do chefe da quadrilha, identificado como José Francisco Lumes, o Zé de Lessa, considerado de altíssima periculosidade. Ele vive no Uruguai, de onde comanda ataques a carros-fortes, a instituições financeiras e coordena a distribuição de drogas na Bahia.

Segundo a investigação, a quadrilha possui 78 membros e é a maior em assalto a bancos do Nordeste. Tem interligação nos nove estados da região e ramificações.

Os militares do Cosar se distribuem em áreas mapeadas nas cidades de Itapecuru, Vargem Grande, Coroatá, Caxias, Santa Inês, Pedreiras, Bom Jardim e outros municípios fronteiriços a Bacabal. A polícia investiga como a quadrilha tinha informações sobre o transporte e guarda do dinheiro, se há participação de outros núcleos na ação, como abriram uma passagem do prédio do INSS da cidade para a instituição financeira sem serem notados; e como a quadrilha fortemente armada travessou nove estados sem ser interceptada.

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